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Juba de Leão
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Juba de Leão

Hericium erinaceus (Bull.) Pers., 1797

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Juba de Leão
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Conservação: Armazenar em recipiente hermético, em local fresco, seco e ao abrigo da luz, onde mantém sua qualidade por 6 meses a 1 ano. Para o consumo, pode ser reidratado em água morna por 20 a 30 minutos, aproveitando o líquido em receitas, ou triturado em pó para adicionar a outros alimentos e bebidas. Após reidratado, pode ser grelhado ou utilizado em risotos, massas e refogados. Descartar o produto se umidificar no armazenamento e apresentar odor azedo ou presença de mofo, garantindo assim a segurança e o aproveitamento máximo de suas propriedades.

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Descrição

Juba de Leão: o cogumelo que a ciência resolveu levar muito a sério

Se você procurar o cogumelo Juba de Leão (Hericium erinaceus) em outros lugares, vai descobrir que ele é difícil de encontrar. Na King Funghi, ele chega toda semana, desidratado, pronto para uso. Mas, se você tem interesse, não deixe para a última hora: a procura é grande, a fila de espera é real, e ele costuma voar antes de qualquer outro.

Por quê? Porque quem já pesquisou um pouco sobre esse fungo não consegue ignorá-lo.

Um cogumelo de aparência estranha e ciência muito séria

A Juba de Leão não se parece com nenhum outro cogumelo: suas longas fibras brancas em cascata lembram a crina de um leão, o que lhe rendeu o nome. Na medicina tradicional chinesa e japonesa, onde é conhecido como Yamabushitake, é usado há séculos para tratar distúrbios gastrointestinais e fortalecer o organismo de forma geral. O que mudou nas últimas décadas é que a ciência ocidental resolveu investigar essas propriedades com rigor, e o que encontrou é, no mínimo, extraordinário.

O composto que atravessa o cérebro e estimula a regeneração neuronal

O grande diferencial da Juba de Leão está em dois grupos de compostos bioativos exclusivos: as hericeninas, encontradas no corpo frutífero do cogumelo, e as erinacinas, presentes no micélio. Pesquisas publicadas desde a década de 1990 demonstram que esses compostos estimulam a síntese do NGF, o Fator de Crescimento Neural, uma proteína essencial para o desenvolvimento, a manutenção e a sobrevivência dos neurônios.

O que torna isso relevante de forma prática: as erinacinas conseguem atravessar a barreira hematoencefálica, uma vantagem crítica sobre a maioria dos compostos naturais, e a erinacina A, em particular, demonstrou aumentar os níveis de NGF no cérebro, promovendo neurogênese e sobrevivência neuronal.

Propriedades Funcionais

O Juba de Leão é o cogumelo mais estudado para saúde neurológica no momento. Contém hericeninas e erinacinas, compostos que estimulam a síntese do Fator de Crescimento Neural (NGF), essencial para o crescimento, manutenção e sobrevivência dos neurônios. Estudos clínicos documentam melhora em funções cognitivas, memória e concentração.

Também apresenta atividade imunomoduladora, antioxidante e potencial neuroprotetor contra doenças degenerativas.

O que os estudos clínicos mostram

Em um ensaio clínico duplo-cego controlado por placebo com 30 pacientes com comprometimento cognitivo leve, o tratamento de 16 semanas com suplemento de Juba de Leão melhorou a performance cognitiva em relação ao grupo placebo. Os benefícios, no entanto, começaram a diminuir após quatro semanas sem o consumo, sugerindo que o uso contínuo é necessário para manter os efeitos.

Estudos pré-clínicos indicam potencial de melhora em condições como AVC isquêmico, doença de Parkinson, Alzheimer e depressão. Além disso, resultados apontam que o consumo pode promover recuperação funcional e regeneração nervosa em modelos de dor neuropática. Ensaios clínicos em humanos já estão sendo realizados em larga escala para entendimento total dos benefícios e confirmação definitiva.

Além do cérebro

Na medicina tradicional chinesa e japonesa, a Juba de Leão foi usada por séculos como remédio para distúrbios gastrointestinais, doenças de fígado e rins, e regulação cardíaca. Pesquisas modernas também identificam propriedades anti-inflamatórias, antioxidantes e potencial antimicrobiano, incluindo ação contra patógenos resistentes a antibióticos.

Como consumir

Se consumido fresco, seu sabor é delicado, com notas que remetem a frutos do mar, especialmente lagosta e caranguejo. A textura é firme e carnuda, tornando-o excelente substituto de proteína animal em preparações culinárias. Ideal refogado na manteiga ou azeite, em sopas, risotos ou como substituto de frutos do mar. No Instagram da King Funghi (@kingfunghi) tem uma receita maravilhosa dele sendo preparado como um medalhão na frigideira, suculento e delicioso!

Na forma desidratada, os pedaços podem ser usados de duas formas principais. A primeira é triturá-los em liquidificador ou processador até virar pó, e misturar diretamente a sucos, vitaminas, iogurtes, sopas ou qualquer preparo quente ou frio da sua preferência. A segunda é a reidratação: basta deixar os pedaços de molho em água morna por 20 a 30 minutos antes do preparo, e depois usá-los em caldos, refogados, omeletes ou qualquer receita que peça textura mais consistente.

A King Funghi vende exatamente assim, em pedaços desidratados, e há uma razão clara para isso: quem recebe os pedaços tem a certeza absoluta de que está consumindo 100% de Juba de Leão, sem adulteração, sem diluição, sem dúvida. Os pós e extratos líquidos disponíveis no mercado têm um problema sério de rastreabilidade: nunca é possível saber com precisão se a concentração de cogumelo informada no rótulo é real, e análises independentes publicadas em diversos países mostram que essa discrepância é muito mais comum do que os fabricantes admitem. Com o pedaço desidratado na mão, você vê o que está consumindo. Não há margem para surpresa.

O Juba de Leão não é moda. É ciência em andamento. E você pode ser um dos primeiros a tê-lo regularmente na sua alimentação.

Fontes

  1. Mori K. et al. (2009), ensaio clínico duplo-cego, comprometimento cognitivo leve: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/18844328/
  2. PMC, Neurohealth properties of H. erinaceus mycelia enriched with erinacines: https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC5987239/
  3. PMC, Neurotrophic and neuroprotective effects of H. erinaceus (2023): https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC10650066/
  4. PMC, Lion's Mane: a neuroprotective fungus (2025): https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC12030463/
  5. Alzheimer's Drug Discovery Foundation, revisão clínica: https://www.alzdiscovery.org/cognitive-vitality/ratings/lions-mane
  6. Frontiers in Nutrition, efeitos agudos em adultos jovens saudáveis (2025): https://www.frontiersin.org/journals/nutrition/articles/10.3389/fnut.2025.1405796/full
  7. PubMed, NGF synthesis in astrocytoma cells: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/18758067/

Informação Nutricional

Porção: 100g (fresco, cru) | Base: USDA FoodData Central (FDC ID 1750344)
Valor energético43 kcal
Água88,6 g
Proteínas2,5 g (fresco) / 15,3 a 22 g (seco)
Carboidratos totais7,6 g
Beta-glucanas (polissacarídeos)3,0 a 5,0 g
Fibra alimentarnd (não disponível no USDA para essa espécie)
Gorduras totais0,26 g
Colesterol0 mg
Cinzas1,0 g

* O Juba de Leão é comercializado majoritariamente na forma desidratada, o que concentra todos os nutrientes. Os valores abaixo referem-se ao cogumelo fresco. Para fins de rotulagem de produto desidratado, os valores devem ser recalculados com base no fator de concentração do processo de secagem específico utilizado.

Fonte: USDA FoodData Central (FDC ID 1750344) / Literatura científica revisada por pares

DomínioEukaryota
SupergrupoOpisthokonta
ReinoFungi
SubreinoDikarya
FiloBasidiomycota
SubfiloAgaricomycotina
ClasseAgaricomycetes
Subclasseincertae sedis ¹
OrdemRussulales
FamíliaHericiaceae
GêneroHericium
EspécieHericium erinaceus (Bull.) Pers., 1797

¹ O NCBI registra a posição como Agaricomycetes incertae sedis antes da ordem Russulales, indicando que a subclasse permanece sem designação formal consolidada na taxonomia atual. Qualquer fonte que informe uma subclasse para essa espécie merece verificação crítica.

Ponto taxonômico crítico: o gênero Hericium foi anteriormente posicionado na ordem Aphyllophorales, mas estudos moleculares recentes o transferiram definitivamente para Russulales. Isso significa que a Juba de Leão diverge do Shiitake e do Paris a partir da ordem: enquanto ambos pertencem à ordem Agaricales, a Juba de Leão pertence à ordem Russulales, uma linhagem evolutiva completamente distinta dentro dos Agaricomycetes.

Histórico Taxonômico

O fungo foi descrito pela primeira vez pelo micologista botânico francês Jean Baptiste François Bulliard em 1780, sob o nome Hydnum erinaceus. Foi Christiaan Hendrik Persoon quem, em 1797, transferiu a espécie para o gênero Hericium, estabelecendo o nome científico que vigora até hoje. O nome japonês Yamabushitake é uma referência aos yamabushi, monges ascetas das montanhas da seita budista Shugendō, evocando tanto o habitat remoto do cogumelo quanto seu papel histórico na medicina e na cultura japonesa.

Sinonímia

SinônimoAutorAno
Hydnum erinaceusBull.1781
Clavaria caput-medusaeBull.1788
Hericium caput-medusae(Bull.) Pers.
Dryodon erinaceus(Bull.) P.Karst.
Dryodon caput-medusae(Bull.) Quél.
Hericium echinus(Scop.) Pers.
Hericium grandeRaf.
Steccherinum quercinumGray

Nomes Populares por Região

InglêsLion's mane, Bearded tooth mushroom
JaponêsYamabushitake (山伏茸)
ChinêsHóu tóu gū (猴头菇) — "cogumelo cabeça de macaco"
PortuguêsJuba de Leão, Cogumelo Ouriço

Fontes

  1. GBIF Backbone Taxonomy (ID 5248508): https://www.gbif.org/species/5248508
  2. NCBI Taxonomy Browser (ID 91752): https://www.ncbi.nlm.nih.gov/Taxonomy/Browser/wwwtax.cgi?id=91752
  3. MicoWiki / Kenyon College (H. erinaceus): https://microbewiki.kenyon.edu/index.php/Hericium_erinaceus
  4. First Nature (histórico taxonômico detalhado): https://www.first-nature.com/fungi/hericium-erinaceus.php
  5. Wikipedia, gênero Hericium (ordem e filogenia): https://en.wikipedia.org/wiki/Hericium

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